Nó na gravata!

Falar do estilo boyfriend no post passado me inspirou a usar uma gravatinha preta que tenho no guarda-roupa há anos. Mas é preciso mesmo autoconfiança como foi já dito. Não que eu curta andar igual a todo mundo, mas também não fico a vontade com os olhares de reprovação ou espanto das pessoas na rua simplesmente porque resolvi arriscar algo mais fora dos padrões.

Mas voltando a falar das gravatas, eu dei uma pesquisada e achei muita coisa bacana. Pra quem não sabe, as gravatas deixaram de ser acessório restrito ao guarda-roupa masculino em 1980, e as meninas mais “rebeldes” passaram a usá-la como forma de expressar seus sentimentos. Nos anos 90, as feministas deram um nó na gravata para apertar o machismo da época e demonstrar força e competência para disputar com os homens um espaço no mercado de trabalho. Na última década marcas como Lacoste apostaram nesse acessório. Veja a fotografia do desfile da marca em 2008, se não me engano:



As pessoas têm mania de associar gravata imediatamente à cantora Avril Lavigne. Mas vamos deixá-la de lado, pois aquela rebeldia realmente só combina com garotas de 16 anos. E, além disso, a gravata não é necessariamente um acessório de rebeldia. Uma gravata, se escolhida de maneira harmônica, pode completar um look mais formal e deixá-lo bem elegante, como nos modelos abaixo.



A gravatinha das meninas é bem mais curta e fina que aquelas que os senhores usam por aí, e já existem modelinhos lindos e com estampas bem femininas para quem não consegue encarar uma gravata preta, ou com listras bem tradicional. Vejam esses dois modelos bem “mimimi”.



Uma famosa que curte bastante essa pecinha masculina é a cantora Gwen Stefani como mostra a foto abaixo, em que Gwen pousa com dois looks diferentes e a gravatinha sempre rente. Eu adorei o primeiro.



Bom, agora é só ter coragem de arriscar e sair por aí a dando nó na sua própria gravata. Eu vou tentar. Quem tem coragem? 


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